quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Audiência pró diploma é adiado
A votação do CCJ tem por fim definir a admissibilidade da matéria, isto é, a constitucionalidade do texto.
Para ser aprovada, a matéria precisa de parecer favorável de três quintos (308 votos) da Casa. De lá, segue para votação em dois turnos na Câmara e depois passa por apreciação no Senado.
A boa notícia é que a matéria, por se tratar de emenda à constituição, não necessita de aprovação da Presidência da República. He he he.
Até as 20h41 desta quarta-feira, uma enquete no Portal Imprensa apontou que existe grande otimismo em relação a volta do diploma. De 379 votos, 304 acreditam no retorno da exigência do diploma, enquanto 75 das pessoas que votaram não acreditam no retorno do diploma.
Acreditem ou não, integro o grupo dos céticos.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Frente Parlamentar em defesa do diploma
Sim, começo a crer que algo pode ser feito em relação a defesa da exigência do diploma. Se as afirmações do Mercadante são revogáveis, porque o fim da exigência do diploma não pode ser?
Hoje foi publicado no Congresso em Foco a notícia sobre a criação da Frente em defesa do diploma de jornalismo na Câmara. De acordo com a matéria, o grupo, composto inicialmente por 184 deputados e 12 senadores, tem por objetivo reverter a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que derrubou a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para exercício da profissão.
A matéria também destaca que, segundo a assessoria de imprensa do autor de uma das PECs, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS)que retoma a obrigatoriedade do diploma, a frente deve realizar audiências públicas pelo país para mobilizar jornalistas e alertar a sociedade brasileira em relação aos riscos da decisão do STF.
Entre outras funções, a frente terá o papel de propor uma lei de transição para atual período, em que o diploma não é exigido. Essa eu gostei.
Mas uma tarefa da Frente que merece o título de "MISSÃO IMPOSSÍVEL" é a mobilização dos jornalistas. Taí , essa eu quero ver.E não vale contar com gatos pingados e sindicatos. Quero ver os colegas lá, na luta. E quem sabe, não vá pra lá também.
por Raquel Duarte com informações do Congresso em Foco
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Diagramador agora é jornalista, segundo justiça
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Apitaço no Rio marca protesto pela obrigatoriedade do diploma de jornalista
Matéria de 1o. de julho publicada nos sites Terra e na Agência Brasil
Estudantes de comunicação e profissionais de imprensa realizaram no início da tarde de hoje (1º) uma manifestação pela obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão de jornalista. O protesto, em forma de apitaço, reuniu cerca de 50 pessoas, em frente ao antigo prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), no centro do Rio.
Os manifestantes também demonstraram apoio à proposta de emenda constitucional (PEC) do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), que visa a alterar o Artigo 220 da Constituição, restabelecendo a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo.
"Uma emenda vai incluir o artigo 220-A, exigindo o diploma de jornalismo e formação específica para a profissão. Entretanto, existirá uma ressalva na lei, admitindo os colaboradores, que não poderão ser chamados de jornalistas, ainda que desempenhem papel parecido", explicou o jornalista Cláudio Neves, um dos organizadores da manifestação.
Comentário da blogueira: Bom, muito bom. Quero ter o otimismo de muitos, mas confesso, estou cética, cética e cética. Estas manifestações isoladas, muitas vezes lideradas por partidos políticos ou interesses sindicais muito me preocupam. Não digo neste caso específico, liderado pelo jornalista Cláudio Neves, mas também não tenho mais detalhes sobre a matéria. Mas só o fato de acontecer o movimento, o ato político, de certa forma, me deixa feliz. É bom ver os jovens indo às ruas e brigando por um objetivo. Se importando com algo.Isso me faz recordar a adolescência e o movimento "Diretas Já".
Do lado de cá, continuo torcendo pelo jornalismo de qualidade.Sempre. Com ou sem diploma.